

Em 2013, Vila Velha, no Espírito Santo, enfrentou uma das maiores inundações registradas no município em 20 anos.
A região do Canal de Guaranhuns foi uma das mais afetadas. As águas do Rio Jucu avançaram sobre o canal, enquanto a maré alta dificultava o escoamento até o mar.
Para reduzir o nível da água, foram instaladas 11 bombas cedidas por diferentes empresas. Juntas, elas entregavam cerca de 1.500 m³/h.
A vazão era insuficiente.
Como alternativa emergencial, foi aberta uma vala entre a Rodovia do Sol e o mar. A maré fechou a passagem e a intervenção gerou impacto ambiental.
O município precisava de uma solução com alta vazão, instalação rápida e operação contínua.
A HIGRA apresentou uma solução com bomba anfíbia.
A Fibria disponibilizou uma bomba HIGRA S1-620/300B, além de materiais, mão de obra, painel elétrico e gerador a diesel.
O equipamento chegou a Vila Velha em 30 de dezembro de 2013.
A bomba foi instalada diretamente no Canal de Guaranhuns, apoiada sobre uma chapa para evitar o afundamento no lodo.
A operação começou em 31 de dezembro, às 17h.
Principais dados da operação:
Após a resposta emergencial, a experiência serviu de base para a implantação de três estações permanentes de bombeamento em Vila Velha:
Os projetos receberam 16 bombas HIGRA dos modelos S1-620/175B e S1-630/175B.
A operação emergencial ampliou a capacidade de drenagem de cerca de 1.500 m³/h para aproximadamente 6.000 m³/h.
O desempenho em campo validou a tecnologia anfíbia para aplicações de drenagem urbana com alto fluxo e prazo reduzido de instalação.
A solução emergencial evoluiu para uma estrutura permanente composta por:
O projeto ampliou a capacidade de resposta de Vila Velha diante de chuvas intensas, cheias e períodos de maré alta.
A tecnologia anfíbia permitiu transformar uma ação emergencial em uma solução permanente de drenagem urbana.
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