

DESAFIO
As operações de mineração exigem sistemas de bombeamento robustos, capazes de operar em ambientes severos e altamente dinâmicos. Entre os principais desafios do setor estão o manejo de água em samps e lagoas de contenção, a transferência de grandes volumes de água por sistemas booster e o recalque necessário para o rebaixamento do lençol freático — atividades fundamentais para garantir segurança operacional e continuidade produtiva.
Além das condições abrasivas e da presença de sólidos, outro fator crítico é a constante exposição dos equipamentos às vibrações e impactos gerados pelas atividades de desmonte e explosões frequentes no ambiente minerário. Em muitos casos, bombas convencionais sofrem desalinhamentos, falhas mecânicas e redução significativa da vida útil, resultando em paradas não planejadas, aumento de custos de manutenção e riscos à operação.
Foi justamente diante desse cenário que uma grande mineradora, cliente da HIGRA, enfrentou um episódio que colocaria à prova a confiabilidade dos sistemas de bombeamento instalados em campo.
Durante a operação em uma área de mineração, duas bombas instaladas sobre estruturas flutuantes — uma HIGRA e outra de fabricante concorrente — foram submetidas a uma condição inesperada: o flutuante acabou afundando, deixando ambos os equipamentos completamente submersos.
O que poderia representar a perda imediata dos ativos transformou-se em uma demonstração prática da diferença entre tecnologias de bombeamento.
SOLUÇÃO
As bombas anfíbias HIGRA foram desenvolvidas justamente para responder aos desafios extremos encontrados na mineração. Fabricadas com materiais especiais e arquitetura monobloco, apresentam elevada resistência estrutural e operação confiável em ambientes agressivos.
Diferentemente de sistemas convencionais, o conjunto HIGRA possui construção em corpo único, dispensando alinhamentos entre motor e bomba. Essa característica reduz pontos críticos de falha e elimina problemas decorrentes de vibração, muito comuns em áreas sujeitas a detonações e movimentações intensas de solo.
A tecnologia anfíbia também representa um diferencial operacional decisivo. O equipamento pode operar tanto submerso quanto fora d’água, mantendo desempenho e segurança sem necessidade de modificações ou adaptações estruturais.
Na mineração, essa versatilidade permite aplicações em:
Outro benefício relevante está na capacidade de trabalhar com mínima lâmina de água, possibilitando o esgotamento quase total de samps e reservatórios. Isso reduz volumes residuais, facilita atividades de limpeza e manutenção e aumenta a eficiência da gestão hídrica na mina.
Foi essa combinação de robustez mecânica e arquitetura anfíbia que permitiu à solução HIGRA enfrentar a condição extrema ocorrida na operação do cliente.
RESULTADO
Após o afundamento da estrutura flutuante, ambas as bombas permaneceram submersas por um longo período — aproximadamente um ano.
O resultado foi expressivo.
Enquanto o equipamento concorrente perdeu sua capacidade operacional, a bomba HIGRA manteve-se em funcionamento, demonstrando na prática a confiabilidade da tecnologia anfíbia em cenários onde equipamentos convencionais normalmente falham.
O episódio reforçou atributos que hoje fazem das bombas HIGRA uma referência para aplicações minerárias críticas:
Mais do que um equipamento de bombeamento, a solução HIGRA mostrou-se uma tecnologia preparada para preservar a continuidade operacional da mineração mesmo diante de condições extremas e imprevisíveis.
Em um setor onde cada parada representa custos elevados e riscos operacionais relevantes, confiabilidade deixa de ser diferencial e passa a ser requisito. E é exatamente nesse ponto que a tecnologia anfíbia HIGRA entrega seu maior valor.
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